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Teste de normalidade de Shapiro-Wilk com interpretação em linguagem simples

Cole a amostra e veja a estatística W, o valor-p e se a normalidade é rejeitada ou não ao nível de confiança escolhido, com a interpretação em palavras simples.

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Entrada

0 de 20.000 caracteres

De 3 a 200 números separados por quebra de linha ou ponto e vírgula, com vírgula ou ponto decimal e sem separador de milhar.

2 de 40 caracteres

Nível em porcentagem, maior que 0 e menor que 100 (padrão 95): rejeita-se a normalidade quando o valor-p é menor que 100 menos esse nível, em proporção (95 vira 0,05).

De 0 a 10 casas (padrão 6).

Arredondamento do meio

Como arredondar quando o dígito seguinte é exatamente 5.

Resultado

O resultado aparece aqui.

O que o teste de Shapiro-Wilk responde

O teste de Shapiro-Wilk compara a amostra com o que se esperaria de uma distribuição normal. A estatística W vai de 0 a 1: quanto mais perto de 1, mais os dados se parecem com uma normal. O valor-p diz o quão raro seria um W tão baixo se os dados viessem mesmo de uma normal.

W = (soma dos coeficientes a_i × valor ordenado x_i)² ÷ soma dos (x − média)²

A ferramenta usa o algoritmo de Royston (1995), o mesmo de programas estatísticos conhecidos, para amostras de 3 a 200 valores. Cole os valores, um por linha ou separados por ponto e vírgula.

Como interpretar o resultado

  • Se o valor-p é menor que o nível de significância (com a confiança padrão de 95%, menor que 0,05), há evidência contra a normalidade: a ferramenta mostra normalidade rejeitada.
  • Se o valor-p é maior, não há evidência suficiente contra a normalidade. Isso não prova que os dados sejam normais, só que o teste não os desmentiu.
  • Um valor-p muito perto do limite merece cautela: olhe também um histograma ou um gráfico de probabilidade normal.

Dois exemplos

Doze medidas bem agrupadas em torno de 5 dão W = 0,9832 e valor-p = 0,9934: normalidade não rejeitada. Doze valores com uma cauda longa à direita (de 1 a 40) dão W = 0,5944 e valor-p = 0,0001: normalidade rejeitada.

AmostranWValor-pResultado
Medidas agrupadas120,98320,9934Normalidade não rejeitada
Cauda longa à direita120,59440,0001Normalidade rejeitada

Limites do teste

  • Com poucos valores o teste tem pouco poder: com três valores (1, 2 e 4) o valor-p é 0,6369, e quase nenhuma amostra tão pequena é rejeitada.
  • Com amostras grandes, o teste rejeita desvios minúsculos da normal; por isso a ferramenta limita a amostra a 200 valores.
  • Todos os valores iguais não têm W: a ferramenta avisa. Valores repetidos são aceitos.
  • O resultado segue o algoritmo publicado em alta precisão; programas que usam precisão simples podem diferir na quarta casa decimal do valor-p.

Perguntas frequentes

Como interpretar o valor-p do teste de Shapiro-Wilk?

Se o valor-p é menor que 0,05, rejeita-se a normalidade; se é maior, não se rejeita. No exemplo de cauda longa o valor-p é 0,0001, abaixo de 0,05.

Como saber se os dados seguem distribuição normal?

Aplique um teste de normalidade, como o de Shapiro-Wilk, e olhe também um histograma. O teste só pode rejeitar a normalidade, nunca prová-la.

Como fazer o teste de normalidade passo a passo?

Cole a amostra (de 3 a 200 valores), escolha a confiança e leia o W e o valor-p: abaixo de 0,05 rejeita-se a normalidade. Com menos de uns 20 valores o teste tem pouco poder.